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UFRJ recebeu Licínio Azevedo, cineasta de Moçambique

A Faculdade de Letras da UFRJ em sua série de encontros com importantes nomes da cultura, recebeu o gaúcho Licínio Azevedo,  radicado em Moçambique desde 1975, convidado do Setor de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa para falar sobre sua obra.

A convite de Ruy Guerra, esteve à frente da criação INC (Instituto Nacional de Cinema de Moçambique), onde iniciou a carreira em 1988, com o média-metragem A Colheita do Diabo”, documentário que explora os desafios socioambientais enfrentados por uma tribo moçambicana, sob a ótica de veteranos da guerra de independência do país.

A primeira ficção, “O Grande Bazar”, veio em 2006, e rodou diversos festivais de Europa, sendo premiado em países como França, Itália e Brasil.

Seu último filme, “Comboio de Sal e Açúcar”, uma história que se passa durante a guerra civil moçambicana, é uma coprodução entre Portugal, Moçambique, Brasil, África do Sul e a França que teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Locarno, em 2016, e tem previsão de estreia no Brasil ainda neste ano.

 

Por Luiz Magalhães.

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