Recomendações
§ Adivinhadores de água, de Eduardo Escorel nove ensaios escritos entre 1985 e 2000 pelo montador (Terra em transe, Macunaíma e Cabra marcado para morrer, entre outros) e realizador (entre outros de Lição de amor, Ato de violência, Vocação do poder, este último em co-direção com José Joffilly). Editora CosacNaify, São Paulo.
§ Alegorias do subdesenvolvimento, Cinema Novo, tropicalismo, cinema marginal, de Ismail Xavier. O cinema brasileiro entre 1967 e 1970, em que a composição alegórica aparece como forma expressiva de grande potencial. Editora Brasiliense, São Paulo.
§ Alex Viany: crítico e historiador de Arthur Autran. Ensaio biográfico sobre o crítico (Introdução ao Cinema Brasileiro, O processo do Cinema Novo) e realizador (Rua sem sol, Agulha no palheiro, Sol sobre a lama, A noiva da cidade, entre outros). Editora Perspectiva, São Paulo.
§ Brasil em tempo de cinema, de Jean-Claude Bernardet, ensaio sobre o cinema brasileiro entre 1958 e 1966, originalmente publicado em 1967, bem no centro do período do Cinema Novo, o texto é dedicado ao personagem Antônio das Mortes. Paz e Terra, Rio de Janeiro.
§ Casa-Grande, Senzala & Cia, roteiro e diário, de Joaquim Pedro de Andrade. Roteiro, anotações e documentos diversos de preparação do filme Casa-Grande e Senzala não realizado. Seguido de entrevista feita enquanto o cineasta se preparava para a filmagem. Organização de Ana Maria Galano, Aeroplano Editora, Rio de Janeiro.
§ Cinemancia, de Júlio Bressane. Oito ensaios do realizador de (entre outros) O anjo nasceu, Brás Cubas, São Jerônimo, Dias de Niestzche em Turim, Filme de amor. Editora Imago, Rio de Janeiro.
§ Cineastas e imagens do povo, de Jean-Claude Bernardet. Analisando documentários brasileros dos anos 60 e 70, estudando “a montagem, a elaboração dos planos, o uso da palavra etc,” o discute a linguagem destes filmes como palco de conflitos ideológicos e estéticos dos cineastas na sua relação com a temática popular”. Companhia das letras, São Paulo.
§ Cinema de novo – um balanço crítico da retomada, de Luiz Zanin Oricchio. Ensaios sobre o cinema brasileiro produzido entre 1992 e 2002. Editora Estação Liberdade, São Paulo.
§ O documentário de Eduardo Coutinho - televisão, cinema e vídeo, de Consuelo Lins. Ensaio crítico sobre o realizador de Cabra marcado para morrer, O fio da memória, Santo forte e Edifício Master, entre outros. Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro.
§ Este mundo é um pandeiro – a chanchada de Getúlio a JK, de Sérgio Augusto. Ensaio sobre as comédias carnavalescas produzidas no Rio nas década de 1940 e 1950. Companhia das Letras e Cinemateca Brasileira, São Paulo.
§ A forma do filme e O sentido do filme, de Sergei Eisenstein, série de ensaios (entre eles os clássicos Dramaturgia da forma do filme, de 1928, Sobre a estrutura das coisas, de 1939, Griffith Dickes e nós, de 1943, e Palavra e imagem, ou Montagem 1938) publicados pela primeira vez em volumes editados em Londres e em Nova York em 1942 e 1949. Traducão de Teresa Ottoni. Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro.
§ O invasor de Marçal Aquino. A novela original e o roteiro do filme realizado a partir dela por Beto Brant reunidos num mesmo volume, os dois textos lado a lado, separados apenas por um caderno de fotos do filme. Geração Editorial, São Paulo.
§ Jorge Bodanski, o homem com a câmera, de Carlos Alberto Mattos. Ensaio biográfico sobre o fotógrafo (Profeta da fome e À margem do concreto), realizador (Iracema, co-direção com Orlando Senna, Os Mucker, Terceiro milênio). Volume da coleção Aplauso da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.
§ Mário Peixoto, escritos sobre cinema, quatro textos do realizador de Limite: Cinema caluniado, Motivos para um diretor, Momento e Um filme da América do Sul em edição organizada por Saulo Pereira de Mello. Aeroplano Editora.
§ Nelson Pereira dos Santos, o sonho possível do cinema brasileiro, de Helena Salem biografia do cineasta, seguida de filmografia detalhada até seu penúltima ficção, Cinema de lágrimas, de 1995 . Editora Record, Rio de Janeiro.
§ O olhar e a cena, Melodrama, Hollywood, Cinema Novo, Nelson Rodrigues, de Ismail Xavier. Série de ensaios em torno do cinema que trabalha formas de encenação herdadas do teatro: a passagem do teatro, e da literatura, ao cinema num sentido mais amplo que o da simples adaptação. CosacNaify em co-edição com a Cinemateca Brasileira, São Paulo.
§ A ponte clandestina - teorias de cinema na América Latina de José Carlos Avellar. Ensaios sobre os textos teóricos de Fernando Birri, Glauber Rocha, Fernando Solanas, Octavio Getino, Julio García Espinosa, Jorge Sanjinés e Tomás Gutiérrez Alea. Editora 34 e Edusp, São Paulo.
§ O processo do Cinema Novo, de Alex Viany, ensaios e entrevistas com os diretores do Cinema Novo (Glauber, Nelson, Joaquim, Hirszman, Diegues, Ruy, David Neves, Saraceni, Dahl e Jabor, entre outros) feitas entre 1958 e 1986. Organização e introdução, José Carlos Avellar. Aeroplano Editora, Rio de Janeiro.
§ Por um cinema sem limite, de Rogério Sganzerla, coletânea de textos publicados em jornais entre 1960 e 1980 pelo realizador de O bandido da luz vermelha (1968). Azougue Editorial, Rio de Janeiro.
§ Revolução do Cinema Novo, de Glauber Rocha. Nova edição comentada e complementada por notas organizadas por Ismail Xavier, do livro originalmente lançado por Glauber em 1981, com a edição da Editora Alhambra e da Embrafilme. CosacNaify, São Paulo.
§ Roberto Santos – a hora e vez de um cineasta de Inimá Simões. Ensaio biográfico do realizador de O grande momento, A hora e vez de Augusto Matraga e Os amantes da chuva, entre outros. Editora Estação Liberdade, São Paulo.
§ O século do cinema de Glauber Rocha. Série de ensaios reunidos em três blocos, Hollywood, Neo-realismo e Nouvelle Vague. Seguido de apêndice, com outros textos de Glauber não incluídos na primeira edição, editora Alhambra 1983, e com cinco textos críticos publicados em torno do lancamento do livro. Introdução e organização do apêndice de Ismail Xavier. CosacNaify, São Paulo.
§ Sertão Mar, Glauber Rocha e a estética da fome, de Ismail Xavier, estudo comparado de Barravento, O pagador de promessas, Deus e o diabo na terra do sol e O cangaceiro. Editora Brasiliense e Embrafilme, São Paulo.
§ Telégrafo visual de David Neves, diversos textos do realizador de Memória de Helena (1969) e Muito prazer (1979). Organização e introdução de Carlos Augusto Calil Editora 34, São Paulo.
§ Três vezes Rio, de Nelson Pereira dos Santos. Roteiros dos filmes Rio 40 graus, Rio Zona Norte e O amuleto de Ogum, com três notas introdutórias do autor, Uma grata experiência, O segundo de uma trilogia inacabada e O corpo fechado do cinema brasileiro. Editora Rocco, Rio de Janeiro.
§ Walter Lima Júnior, Viver cinema de Carlos Alberto Mattos. Ensaio biográfico sobre o realizador de Menino de engenho, A lira do delírio, Inocência e A ostra e o vento, entre outros. Editora Casa da Palavra, Rio de Janeiro.
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